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Flavio Bauraqui

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Sobre o artista

Flavio Bauraqui começou a sua carreira no teatro em Santa Maria, onde criou a companhia “Grupo Improviso”. Em 1993, veio morar no Rio de Janeiro e trabalhou sob a direção de André Paes Leme em: “Baunilha e Trioleto”, “Alcacina e Nicoleta” e “Capital Federal” – de Arthur Azevedo, integrando  a “Companhia A Trupe do Rei”. Em seguida, participou de alguns musicais como “Cabaret la Boop” – direção de Jorge Fernando e “Obrigado, Cartola”, em que viveu o compositor Cartola. Em 2011 estreou sob a direção de Lázaro Ramos a peça “Namíbia,não!”. Além dos muitos musicais, como o atual “Forrobodó” (direção de André Paes Leme e músicas de Chiquinha Gonzaga), também atuou em “Engraçadinha”, texto de Nelson Rodrigues e em alguns espetáculos infantis, sob a direção de Karen Acioly como “Festa no Céu” e “A Excêntrica Família Silva”. Em 2006, dirigido por Paulo José, atuou no clássico “Antônio e Cleópatra”, de William Shakespeare e “Grande Othelo – Eta Moleque Bamba” dirigido por André Paes Leme.

No cinema estreou a Tabu de “Madame Satã”, dirigido por Karin Ainouz, que foi premiado em diversos festivais de cinema no Brasil e no Exterior. Desde então protagonizou vários longas como “Quase dois Irmãos”, dirigido por Lúcia Murat e por sua atuação ganhou o Prêmio de Melhor Ator no Festival do Rio 2004. Flávio também participou dos longas  “Cafundó”, de Paulo Betti e Clóvis Bueno, “Achados e Perdidos” de José Jofily e “Zuzu Angel” de Sérgio Rezende. Atuou ainda, em “Cada Um Com Seu Cada Qual”, curta de Flávia Castro, “Os 12 Trabalhos” de Ricardo Elias – que lhe rendeu o troféu Calunga como melhor ator coadjunvante na 11º. edição do Cine PE, “O Cheiro do Ralo” dirigido por Heitor Dhalia,  “Noel, O Poeta da Vila”, dirigido por Ricardo Van Steen, “Mutum” de Sandra Kogut,  “Meu Nome Não é Johnny” de Mauro Lima”, “O Céu de Suely” de Karin Ainouz,  interpretou o Bispo do Rosário no filme “O Senhor do Labirinto”, “Quincas Berro d’agua” de Sérgio Machado, “Faroeste Caboclo” de René Sampaio e “Nise da Silveira – A Senhora das Imagens” de Roberto Berliner.

Em televisão, Flavio fez muito sucesso vivendo o ourives Evaldo de “Paraíso Tropical”, novela de Gilberto Braga e Ricardo Linhares. O ator esteve no ar também em diversas novelas e séries como “Duas Caras”, “Toma lá, dá cá”, “Caras & Bocas”, “As Brasileiras”,  “Amor Eterno Amor”, “Alexandre e Outros Heróis” e a mais recente “Meu Pedacinho de Chão”.

Paralelamente a carreira de ator, Flavio atua como intérprete musical. Estreou em um show com Soraya Ravene em homenagem à Elizete Cardoso. Em 2005, cantou ao lado de Fátima Guedes no show “Ismael Silva – Deixa Falar” sob a direção Luis Felipe de Lima, no CCBB e no Teatro Rival.

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